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http://noticias.r7.com/blogs/hildegard-angel/2011/01/04/marisa-leticia-lula-da-silva-as-palavras-que-precisavam-ser-ditas/

Marisa Letícia Lula da Silva: as palavras que precisavam ser ditas

Hildegard Angel  -  hildeangel@r7.com


Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de "a Cara" por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À "companheira" número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E - pior de tudo - os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.

Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?

Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.

Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante.

Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!

Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.

Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece. 

** Vejam as fotos no link



Escrito por Por ela às 01h10
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Supervia

A viagem, Tijuca - Campo Grande, como será? Muitos profissionais fazem este percurso diariamente. Mas e eu, como chegarei lá???

Para a primeira semana, preparei o carro e decidi. Vou de carro para quebrar o encanto. No domingo que inicia a primeira semana do ano de 2011 e de começo das atividades profissionais na zona oeste, um motorista descontrolado, não freia e atinge três veículos parados em um sinal de um cruzamento de Jacarepaguá. Pronto e agora? O meu era o primeiro, só foi atingi na traseira.

A tampa da mala do carro não fecha direito e a alternativa será ir de trem. Não conheço bem os onibus que vão para lá. Mas sei, com certeza que saltando na estação Benjamim do Monte uma pequena caminhada e chego à unidade.

É, Benjamim do Monte o nome da estação. Primeira depois da estação de Campo Grande. Embarco no trem na estação de Engenho de Dentro por volta das 7h40, curto o ar condicionado. "É trem com ar condicionado". Leio, estudo, planejo. Depois de 60 minutos estou lá.

A primeira semana, um sonho. Tudo certinho. Até carona na volta!!! Carona de lá até a porta da Uerj. O máximo!!!!

Vamos lá, espero ter muitas e muitas ações para relatar aqui. As manifestações de parabéns e o apoio de todos, amigos, parentes, conhecidos e desconhecidos tem sido uníssonas.

Estou me sentindo bem, confesso que este é um lindo presente!!! Espero saber usá-lo com sucesso, para muita repercussão e muitas novas histórias de conquistas. 



Escrito por Por ela às 00h45
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A chegada

Nossa a expectativa é grande. "Precisamos de alguém na comunicação", todos comentam. Realmente a casa está desfigurada, visualmente falando. Falta o tom. ´

Instalada no prédio de uma outra unidade de ensino, a UEZO está caminhando a passos para se tornar uma referência no ensino tecnológico, público. Profissionais motivados dão o tom da proposta.

Começo 2011 com este novo e inspiradíssimo desafio. A unidade também tem novos desafios. Acaba de aprovar o projeto para a construção da nova sede própria. O terreno já está definido. As margens da Avenida Brasil. Lá mesmo em Campo Grande.

Agora, todos vão saber que existe este espaço e que está à disposição. Com vagas e oportunidades para os interessados.

O governador, na posse para a nova gestão,  lançou a proposta de elevar os resultados da educação no estado. Estamos juntos. Venho fazendo a minha parte e com muita garra.

Agora, cheguei para abalar!!!!



Escrito por Por ela às 00h33
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Até que enfim, mudei!!!!!

Foram-se anos e anos. Muito trabalho, muita satisfação. Estou feliz. Trabalhei muito e bem, por amor. Em 2001 entrei para a equipe da Assessoria de Comunicação de uma instituição do governo do estado. quando eu falava, "trabalho na Faetec", todos perguntavam, "trabalha aonde?". Hoje,  que nove anos depois, me desligo de uma reconhecida instituição de ensino técnico. Todos tem uma história de um amigo, conhecido, parente, vizinho ou companheiro de viagem já fez um curso lá.

Valeu. Valeu muito, todo o esforço, a luta, as incompreensões e, principalmente a desvalorização financeira profissional.  Nos últimos anos consumi as últimas economias para me manter trabalhando. A satisfação de perceber que a repercussão, a divulgação realizada com técnica, dedicação e vontade, levava a informação de encontro a muitos que nem sonhavam poder estudar determinada especialização técnica.

Foram muitos relatos de pais que conseguiram matricular o filho em um curso técnico e eles seguiram em frente. Outros insistiram em colocar o filho na especialização de sua preferência mas o garoto queria outra coisa, mudou e deu certo.

Cultura, indústria, beleza, moda, turismo, e tantas outras especializações técnicas, foi muito bom trabalhar este material. Vale muito difundir oportunidades de acesso ao ensino público. Vale muito vivenciar as conquistas de tantas pessoas.

Mas agora mudei. Ah!!! Foi duro também pela equipe de profissionais que juntos tornavam o cotidiano profissional um paraíso. Dura mas feliz!!! Existe isso???? O pagamento era um verdadeiro milagre da multiplicação...

Mas agora mudei. O melhor da mudança foi poder continuar trabalhando com o mesmo produto. Educação, ensino público. Desta  vez mais direcionado...

Saio da zona norte da cidade do Rio de Janeiro e vou para a zona oeste. Campo Grande, cheguei... Fundação Centro Universitário Estadual da Zona Oeste, aqui estou eu.

Um ótimo desafio. Estruturar a área que vai difundir, divulgar, promover as ações do ensino tecnológico.

Aqui estou eu!!!!!



Escrito por Por ela às 00h24
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Jornalista americano usa Twitter para publicar matéria ignorada pela imprensa tradicional


O jornalista americano Adam Penenberg furou a imprensa tradicional dos Estados Unidos na semana passada ao publicar, no Twitter, uma matéria sobre uma decisão judicial contra a Ford Motor, condenada a pagar US$ 131 milhões num processo sobre a morte do jogador de beisebol Brain Cole, quando o veículo Ford Explorer que ele conduzia capotou em 2001, afirma o site Gather.
Ao perceber que os meios de comunicação estavam ignorando a história completamente, Penenberg, que escreve para veículos online, decidiu recorrer ao Twitter: enviou mais de 50 "tweets" em duas horas, criando uma matéria de mais de mil palavras, apontou o site High Position. Uma das mensagens criticava os colegas jornalistas pela negligência: "Vamos, repórteres. Sou o único que considera notícia uma sentença de US$ 131 milhões contra a Ford em um processo por responsabilidade por produtos defeituosos??"
Penenberg escreveu um artigo para a Fast Company falando sobre a experiência de publicar uma matéria no Twitter, com apenas 140 caracteres por mensagem.
Em entrevista ao TechCrunch, ele lamentou a ênfase da imprensa no jornalismo declaratório, com matérias sem contexto ou explicação. Questionado se sua matéria no Twitter representa uma nova forma de jornalismo, ele enfatizou que a qualidade é o que importa, e não o formato impresso ou digital.
Em 1998, Penenberg chamou a atenção ao expor as fraudes cometidas pelo jornalista Stephen Glass, que fabricou declarações e até fontes em suas reportagens para a New Republic. As revelações feitas por Penenberg foram transformadas em livro e filme, e, nos Estados Unidos, são consideradas um marco no jornalismo investigativo em meios online.


Escrito por Por ela às 16h23
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Modelos de linguagens

AS VÁRIAS FORMAS DE SE DAR UMA NOTÍCIA

Se história da Chapeuzinho Vermelho fosse verdade, como ela seria contada na imprensa no Brasil?
Veja as diferentes maneiras de contar a mesma história, pela midia brasileira:

 
 Jornal Nacional
(William Bonner): 'Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem...'
(Fátima Bernardes): '...mas a atuação de um lenhador evitou a tragédia.'
 
 Programa da Hebe
'...que gracinha, gente! Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?'
 
 Brasil Urgente
(Datena): '...onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia pra casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada
viva... um lobo, um lobo safado. Põe na tela, primo! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não!
 
 Superpop
(Luciana Gimenez): 'Geeente! Eu tô aqui com a ex-mulher do lenhador e ela diz que ele é alcoólatra, agressivo e que não paga pensão aos filhos há mais de um ano. Abafa o caso!'
 
 Globo Repórter
(Chamada do programa): 'Tara? Feitiche? Violência? O que leva alguém a comer, na mesma noite, uma idosa e uma adolescente? O Globo Repórter conversou com psicólogos, antropólogos e com amigos e parentes do Lobo, em busca da resposta. E uma revelação: casos semelhantes acontecem dentro dos próprios lares das vítimas, que silenciam por medo. Hoje, no Globo Repórter..'
 
Discovery Channel
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.
 
Revista Veja
Lula sabia das intenções do Lobo.
 
Revista Cláudia
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.

Revista Nova
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama!
 
Revista Isto É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.
 
Revista Playboy
(Ensaio fotográfico do mês seguinte): 'Veja o que só o lobo viu'.
 
Revista Vip
As 100 mais sexys - desvendamos a adolescente mais gostosa do Brasil!
 
Revista G Magazine
(Ensaio com o lenhador) 'O lenhador mostra o machado'.

Revista Caras
(Ensaio fotográfico com a Chapeuzinho na semana seguinte): Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: 'Até ser devorada, eu não dava valor pra muitas coisas na vida. Hoje, sou outra pessoa.'
 
Revista Superinteressante
Lobo Mau: mito ou verdade?
 
Revista Tititi
Lenhador e Chapeuzinho flagrados em clima romântico em jantar no Rio.
 
Folha de São Paulo
Legenda da foto: 'Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador'. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos alimentares dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.
 
O Estado de São Paulo
Lobo que devorou menina seria filiado ao PT.
 
O Globo
Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT, que matou um lobo para salvar menor de idade carente.
 
O Dia
Lenhador desempregado tem dia de herói
 
SUPER
Promoção do mês: junte 20 selos mais 19,90 e troque por uma capa vermelha igual a da Chapeuzinho!
 
Meia hora
Lenhador passou o rodo e mandou lobo pedófilo pro saco!
 
O Povo (Fortaleza!
Sangue e tragédia na casa da vovó.
 
Correio da Bahia e TV Bahia
Menina usando um chapeuzinho vermelho é atacada por um lobo e não consegue atendimento em nenhum hospital do Estado. Governador não se manifesta...


Escrito por Por ela às 20h21
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Governo da Bolívia estuda criar lei que proíbe o uso do off por jornalistas

Redação Portal IMPRENSA

 

O governo da Bolívia estuda a criação de uma lei para regulamentar os veículos de comunicação, acabando com as informações em off e criando punições mais severas para calúnia e difamação, além de obrigar as emissoras de rádio e TV a transmitirem discursos do presidente Evo Morales na íntegra.

Segundo o Valor Online, a medida que mais gerou polêmica foi a proibição do off. Para entidades de imprensa, ele é essencial para a proteção de fontes que poderiam ser prejudicadas se tivessem a identidade revelada.

Já o porta-voz da Presidência da Bolívia, Ivan Canelas, defendeu a proibição do off. Segundo ele, "é um tema que tem a ver com a ética do meio de comunicação e do jornalista. Não pode acontecer de que, quando ele quer escrever algo, invente uma fonte".

Em cerimônia do governo, Morales declarou que um caso recente justificaria a proibição do off. Segundo ele, "os meios de comunicação informaram que o presidente havia desmaiado na residência presidencial, segundo fontes próximas a Morales. Quero saber quem é esse funcionário que mente. Posso imaginar também que é uma mentira inventada pelo meio de comunicação ou pelo jornalista".

No entanto, o porta-voz de Morales afirmou que a legislação será debatida com jornalistas e sindicatos. Além disso, "obviamente" também serão ouvidos os proprietários dos meios de comunicação, embora "tenham uma visão diferente" e "creiam que liberdade de expressão é liberdade de empresa".

Para o presidente da Associação Nacional de Imprensa da Bolívia, Marco Antonio Dipp, qualquer regulação estatal em relação ao trabalho dos jornalistas e dos meios de comunicação constitui "um risco à liberdade de imprensa e de expressão".



Escrito por Por ela às 17h51
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Justiça nega pedido a aprovado em concurso da UFPR que exigia atuar sem diploma

Da Redação

A 4ª Vara Federal de Curitiba negou liminar a Gustavo Carvalho de Aquino, que aprovado em primeiro lugar no concurso para jornalista da Universidade Federal do Paraná, exigia atuar sem graduação específica na área. O edital do concurso determinava a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercer a função.

O candidato, que não possui graduação na área, entrou com um mandado de segurança contra a universidade, que negou a posse do cargo ao porque Aquino não apresentou o diploma exigido pelo edital.

"Constando expressamente no edital do concurso —que, como é sabido, constitui a lei do certame—, a exigência de curso superior para o exercício do cargo, inexiste ilegalidade ou abuso de poder no ato da autoridade impetrada [UFPR] que impediu a posse do candidato", diz trecho da decisão judicial, assinada no último dia 28 de janeiro.

A decisão foi tomada pela juíza federal Soraia Tullio, que enfatizou que, mesmo a decisão do Supremo Tribunal Federal tendo derrubado a obrigatoriedade de diploma de jornalismo, a universidade tem o direito de exigir a graduação."...é opção da UFPR incluir em seus quadros jornalistas com ou sem curso superior", o que não implicaria em "infringência ou incompatibilidade com o posicionamento do STF", o que foi mencionado processo movido pelo candidato.

Inconformado por seu pedido ter sido negado, Aquino ingressou nesta quarta-feira (10/2) com um agravo de instrumento contra a decisão.

 



Escrito por Por ela às 15h33
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Lançamentos livros

Nesta segunda-feira, 7 de dezembro/2009, dois grandes jornalistas lançam obras bem diferentes!!!!

Alberto  Dines lança a 9a. edição de sua obra O PAPEL DO JORNAL E A PROFISSÃO DE JORNALISTA – A QUESTÃO DO DIPLOMA EM ABERTO: 1985-2009, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, avenida Afrânio de Melo Franco, 290, lj 205, piso superior. Das 19h as 20h, palestra com o autor. Das 20h as 21h30 será servido um coquetel.

 

 

Na Casa da Gávea, a partir das  19h, Claudia Versiani convida para o lançamento do livro Os homens de nossas vidas - o que as mulheres conversam no banheiro, regado por um chopinho oferecido pelo Braseiro da Gávea. Às 21h, Ana Collete, Ângela Vieira, Catarina Abdalla, Elvira Helena, Letícia Spiller, Lorena da Silva, Mariah da Penha, Suzana Faini,Tereza Seiblitz e a autora vão ler/interpretar algumas crônicas do livro, dirigidas por Jitman Vibranovski. Mais detalhes no blog http://www.claudiaversiani.blogspot.com/



Escrito por Por ela às 13h59
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11 de novembro de 2009

- CCJC da Camara dos Deputados aprovou a PEC que reconhece a exigência do Diploma de Jornalismo. Ótimo!!!



Escrito por Por ela às 00h22
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10 de novembro de 2009 = Escuridão - Só na escuridão...

22h30 tudo se apagou.  Olhando pelo parabrisas do onbus pensava, `tomara que napróxima curva tudo esteja iluminado`. Que nada.

Só pela madrugada veio a luz!!!



Escrito por Por ela às 00h18
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Pesquisa

Cientistas tentam usar luz infravermelha contra surdez

Publicada em 23/11/2008 às 12h51m

BBC

Cientistas americanos estão estudando uma forma de reduzir problemas de audição com um implante que aciona uma luz infravermelha, estimulando os nervos do ouvido.

Segundo os cientistas da Northwestern University, no Estado americano de Illinois, o ouvido pode ser estimulado tanto por som como por luz.

Um estudo publicado na revista científica New Scientist afirma que o uso de luz infravermelha obteve melhores resultados contra a surdez do que implantes cocleares em testes com preás.

Nos últimos anos, o uso de implantes cocleares (ou "ouvidos biônicos") ajudou a combater a surdez. O implante funciona com a instalação de 20 eletrodos direcionados para estimular os nervos do ouvido interno, mas ele é limitado, especialmente em ambientes barulhentos.

Isso acontece porque as células ciliares de ouvidos saudáveis são muito mais precisas na captação de sons do que os implantes artificiais.

Acaso

O pesquisador Claus-Peter Richter, da Northwestern, acredita que uma descoberta feita ao acaso pode levar à criação de um novo implante, que usaria luz infravermelha em vez de eletrodos.

Em uma operação, cirurgiões que usaram laser para corrigir um problema de audição descobriram que as células nervosas do ouvido podem ser estimuladas com luz infravermelha.

A forma como isso acontece ainda não é conhecida pelos cientistas. Richter acredita que o fenômeno tem alguma ligação com o calor da luz.

O uso de luzes infravermelhas, que seriam muito mais precisas do que os eletrodos, poderia melhorar a forma como o implante estimula o cérebro em reação ao som.

Os cientistas usaram luzes infravermelhas para estimular os nervos de preás surdas e mapearam a atividade neurológica entre o ouvido interno e o cérebro. O mapa do processo com infravermelho foi mais detalhado do que o produzido com o ouvido biônico.

Richter agora está trabalhando para produzir aparelhos óticos que poderiam ser implantados em ouvidos de surdos.

Um porta-voz da entidade britânica de caridade que trata de surdos RNID disse que a descoberta pode ser um avanço importante, mas ressaltou que esse tipo de pesquisa pode demorar mais de uma década para se tornar disponível.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2008/11/23/cientistas_tentam_usar_luz_infravermelha_contra_surdez-586518922.asp



Escrito por Por ela às 21h43
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Ai, ai!!!!

    Mais um show! Depois de um domingo de cinema e muitas expectativas, o caminho das pedras está cada vez melhor de ser trilhado.

Ah! Que fase boa! É uma coisa que poucas vezes identificamos. Como é bom tatear num possível relacionamento afetivo. “Será que vai dar?”, “Não. Vamos buscar de outra forma”.

As vezes a pessoa se transforma em uma peça do mais fino e sensível cristal. Valiosa. Não podemos perdê-la, não podemos tratar de qualquer maneira. Tem que ter tato, imaginação, cuidado e, acima de tudo carinho, muito carinho.

Na correria, nos contatos, no imediatismo da comunicação, tudo, tudo é muito rápido. A relação se estabelece, acontece e termina sem que possamos perceber o que houve. As fases são muito rápidas. Ou talvez algumas pessoas muito lendas.

Não, não considero lentidão o fato de querer aproveitar, desfrutar, envolver e envolver-se no sutil e delicado jogo de sedução. Ou de identificação afetiva, podemos assim chamar. Se é mais profundo ou eficiente? Isso não importa. O que vale são as sensações intensas, as viagens ao interior de um espaço que só é acessado por um meio, através de emoções. Emoção, o que é isso? É a falta de ar; o nó na garganta; o sorriso com um SMS que chega; a inspiração na resposta; a confirmação no convite; as opções apresentadas para saber se alguma cola e, o “não” bem colocado.

Dizer “não” é outra dificuldade da fase!!! Mas esse é um assunto para outra reflexão mais longa e complexa, não acha??? Agora vamos esperar para ver se rola mais alguma coisa ou se “o tempo passou na janela”...



Escrito por Por ela às 10h55
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Deu no "Comunique-se"...

 

Jornalistas podem criticar trabalho de outros jornalistas

Da Redação
 

Jornalistas têm direito a criticar o trabalho de outros jornalistas. Esse é o entendimento da juíza Valéria Longobardi Maldonado. No início de setembro, a magistrada da 29ª Vara Cível de São Paulo negou pedido de indenização feito pela repórter da Folha de S. Paulo Lilian Christofoletti contra Mino Carta, Antônio Carlos Queiroz, Raimundo Rodrigues Pereira e a revista Carta Capital.

"Prevalece neste caso a função crítica da imprensa, curiosamente sobre si mesma. Ademais, não ficou provado que os réus tenham tido a intenção básica de ofender a honra da autora, mas sim, de criticar a forma como o jornalismo vem sendo conduzido em nosso País. Daí a improcedência do pedido de indenização por dano moral formulado na inicial", afirmou a juíza na sentença.

O processo se refere a matérias da Carta e do Blog do Mino que criticaram a publicação de fotografias do dinheiro apreendido pela Policia Federal que serviria, supostamente, para a compra de um dossiê contra o então candidato à Presidência Geraldo Alckmin, em 2006. O caso ficou conhecido como "Dossiê Vedoin".

"O comportamento dos jornalistas verde-amarelos é algo espantoso. Há exceções, felizmente. A larga maioria curva-se, porém, a vontade do patrão com a mesura do sabujo. Ou do jagunço? Ou do escravo? Pergunto aos meus botões, não sei se perplexo ou conformado, que vai entre o fígado e a alma de Lilian Christofoletti, da Folha, de Paulo Baraldi, do Estadão, de Tatiana Farah, de O Globo, de André Guilhermo, da Jovem Pan: gravaram a conversa do Delegado nas cercanias do prédio da Polícia Federal na Lapa de Baixo....", escreveu Mino em seu blog.

Na ação, Lilian alega que foi chamada de "perdigueiro da informação", "sabuja", "jagunça" e "escrava". Afirma ainda que, após a veiculação das matérias na Carta e no blog, ela foi alvo de várias críticas de outros jornalistas, de emails depreciando sua conduta profissional, ética e moral e até mesmo com ameaças de morte.

No entendimento de Valéria, os adjetivos não foram direcionados diretamente à autora, mas sim ao "comportamento dos jornalistas verde-amarelos".

"Entendo (...) que não houve agressões pessoais à autora. O espírito crítico é que norteou as reportagens postas à discussão na petição inicial. Não houve 'animus injuriandi', desde que não há diretamente nenhuma ofensa pessoal à autora, mas sim, críticas à forma de condução dos trabalhos por ela realizados naquele caso", disse a magistrada na sentença, que também condenou a repórter da Folha ao pagamento de R$ 1 mil a cada réu para o pagamento das custas processuais e honorários advocatícios.

Com informações do Consultor Jurídico

Escrito por Por ela às 10h35
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Normas para cursos de jornalismo

 
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:18 hs.

 

 

18/11/2008 - José Marques de Melo preside a comissão que estabelecerá diretrizes curriculares

O professor José Marques de Melo, fundador da Escola de Comunicação e Artes (ECA/USP), aceitou a indicação do ministro da Educação, Fernando Haddad, para presidir a comissão que vai estabelecer as novas normas e diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo.

A exemplo do que ocorreu em medicina com o professor Adib Jatene, o ministro Fernando Haddad deu total autonomia para o professor Marques de Melo constituir a comissão. Ele terá duas semanas para indicar os demais nomes. A comissão terá 90 dias para apresentar parecer que será encaminhado ao Conselho Nacional de Educação (CNE).

José Marques de Melo é fundador da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). Ele é autor de vários livros, entre os quais História do pensamento comunicacional, História social da imprensa, Jornalismo brasileiro e A esfinge midiática.

Este ano organizou duas publicações de assuntos atuais, com artigos de diferentes autores: Caleidoscópio chinês - comunicação, educação e turismo na Nova China e O campo da comunicação no Brasil.

Assessoria de Comunicação Social

Fonte: Mec

 



Escrito por Por ela às 17h34
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